“Can You Run It?”, esse é o nome do site que avalia o seu computador e diz se você pode rodar determinado jogo. A lista de jogos que eles possuem e enorme, e bem atualizada. Vale a pena fazer o teste, mesmo que você não queira jogar nada, ele te dá as informações do teu computador, processador, memória, placa de vídeo etc.
The architecture of the contemporary city is no longer simply about the physical space of buildings and landscape, more and more it is about the synthetic spaces created by the digital information that we collect, consume and organise; an immersive interface may become as much part of the world we inhabit as the buildings around us.
Augmented Reality (AR) is an emerging technology defined by its ability to overlay physical space with information. It is part of a paradigm shift that succeeds Virtual Reality; instead of disembodied occupation of virtual worlds, the physical and virtual are seen together as a contiguous, layered and dynamic whole. It may lead to a world where media is indistinguishable from ‘reality’. The spatial organisation of data has important implications for architecture, as we re-evaluate the city as an immersive human-computer interface.
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A arquitetura da cidade contemporânea não é mais simplesmente em relação ao espaço físico de prédios e paisagens, cada vez mais está relacionado aos espaços sintéticos criados pela informação digital que coletamos, consumimos e organizamos; uma interface imersiva pode se tornar parte do mundo que habitamos tanto quanto os prédios que nos cercam.
Realidade Aumentada (RA) é uma tecnologia emergente definida pela habilidade de sobrepor o espaço físico com informações. Faz parte da mudança de paradigma que sucede a Realidade Virtual; em vez da ocupação desincorporada de mundos virtuais, o físico e o virtual são vistos juntos como um todo contíguo, em camadas e dinâmico. Pode levar a um mundo onde a mídia é indistinguível da “realidade”. A organização espacial dos dados tem implicações importantes para a arquitetura, já que nós reavaliamos a cidade como uma interface humano-computador imersiva.
Como funciona? Basicamente ele se aproveita de suas distrações.
Você acessa um link (contendo o código javascript do ataque)que pode ser uma página qualquer, muda de aba, por cinco segundos que seja, e quando volta lá está o seu gmail (ou orkut, ou site do banco, ou twitter, ou qualquer outra página na qual o mal-intencionado consiga pegar suas senhas), daí distraidamente você insere suas senhas e entregou o ouro para o bandido.
Para fazer o teste de como o ataque funciona, clique neste link (que descreve o ataque), troque de aba, e em seguida retorne: voilà!
A única coisa que denuncia o ataque é o endereço do link que não se modifica.
Abaixo segue as explicações do site traduzida:
Como o ataque funciona?
Um usuário navega normalmente pela internet (e clica no link que redireciona para o phishing).
Ele detecta quando a página perdeu o foco, e não tem interação por um tempo.
O Favicon é substituído (no caso do exemplo é pelo do Gmail) e o título muda (no caso, aparece “Gmail: email from Google”) e a página se mostra como a de login do gmail. Isso tudo ocorre muito rapidamente com a ajuda de um javascript.
Quando um usuário tem muitas abas, o favicon serve como uma memória visual, então ele vê o simbolo do Gmail e navega até a página, vê que está deslogado e faz o “login”.
Depois que o usuário entrou com as informações da conta e que elas fora enviadas para o servidor, o usuário é redirecionado para o gmail verdadeiro e tem a sensação de que o login foi feito com sucesso, mas na verdade nunca foi feito o logoff.
Eu uso o Chrome no Linux. A bem da verdade, eu fiz o teste de clicar no link, mudar de aba, voltar lá e ver se tinha se tornado o meu gmail. Entretanto, eu sai e voltei lá na aba por duas vezes (passando bem mais que 5 segundos em quaisquer outras abas), e nada tinha acontecido. Na terceira vez que retornei a “cara” da página tinha mudado de fato, mas o favicon não, continuava o mesmo original. Mas na página que fala do ataque, eles dizem que isso é um bug do chrome e que na versão 6.0.408.1 já está corrigido deixando o chrome também totalmente sucetível ao ataque.
Então, eu testei no Firefox e pude ver a completa mudança. Impressionante!
Conclusões:
Saiba bem onde você está clicando!
Sempre, eu disse SEMPRE, observem o link da página em que você está.
Existem bugs que vem para o bem, , mais uma vez ponto pro Google. Até quando eles estão errados, eles estão certos.